
From the Sahel desert in the north to lush forest in the south, the land of Senegal offers a colourful spectrum of people groups, beliefs, and habitats. It is a land of contrasts: a strongly Muslim country, yet with freedom of religion. Dependent on agriculture and fishing, while claiming West Africa’s very first cyber-café. Resonant of France, but very definitely West African.
Originally a French colony, Senegal gained its independence in 1960. Leopold Sedar Senghor, internationally renowned poet, politician, and statesman, was elected as Senegal’s first president. The capital, Dakar, lies on the westernmost point of the continent of Africa. The Dakar area contains almost a quarter of the country’s population.
Senegalese people are friendly, open to Westerners, and are known for their hospitality. The saying “Peace is everything” is a strongly-held value throughout Senegalese culture.
94% of the total population is Muslim. The Christian presence in Senegal is very small (around 5%, mostly Catholic), but many missions are working there. The very large ethnic groups, located mostly in the northern parts of the country, are overwhelmingly Muslim. Other groups, especially in the south, have resisted Islamisation. Some have sizeable Roman Catholic or Protestant minorities. Traditional religions are still practiced, often alongside Islam and Catholicism. Most Muslims belong to one of a number of brotherhoods – a group of ‘disciples’ who follow a particular ‘marabout.’ Islam in Senegal is therefore diverse and quite unlike Islam elsewhere in sub-Saharan Africa.
There are approximately 38-40 languages spoken in Senegal. The largest ethnic groups are the Wolof, which number about 3,500,000, the Pulaar (pop. 1,800,000) and the Serer (pop 1,200,000). Even though French is the official language, the Wolof language is dominant in the country, especially in Dakar; Wolof culture is also pervasive.
Six of the local languages already have translations of at least the New Testament but half have no Scriptures available yet. There are ongoing projects in 12 language groups, four of which are led by Senegalese translators. The New Testament and key Old Testament texts have been published in two languages: Pulaar and Kwatay.
Literacy work is an important component of language development in Senegal. The overall literacy rate in Senegal is less than 50%. The goal and motivation is that the people should be able to read, understand and apply God’s word to their own lives using the language that speaks to their heart--their own language.
Photo by Terri Scruggs

Desde el desierto de Sahel en el norte hasta los frondosos bosques en el sur, la tierra de Senegal ofrece un colorido espectro de grupos lingüísticos, creencias y hábitats. Es una tierra de contrastes: un país fuertemente musulmán, aunque con libertad religiosa. Dependiente de la agricultura y la pesca, aunque afirma ser el primer cyber café de África Occidental. Le hace pensar en Francia, aunque muy claramente es africano occidental.
Originalmente una colonia francesa, Senegal logró su independencia en 1960. Leopold Sedar Senghor, poeta internacionalmente reconocido, político, y estadista, fue elegido como el primer presidente de Senegal. La capital, Dakar, se encuentra en la parte más occidental del continente africano. El área de Dakar comprende casi un cuarto de la población del país.
Los senegaleses son amigables, abiertos a los occidentales, y son conocidos por su hospitalidad. El dicho la “paz es todo” es un valor fuertemente sustentado en toda la cultura senegalesa.
El 94% de la población total es musulmana. La presencia cristiana en Senegal es muy pequeña (alrededor del 5%, mayormente católica), pero muchas misiones están trabajando allí. Los grupos étnicos muy grandes, ubicados mayormente en la parte septentrional del país, son abrumadoramente musulmanes. Otros grupos, especialmente en el sur, se han resistido a la islamización. Algunos tienen considerables minorías católicas romanas o protestantes. Las religiones tradicionales todavía se practican, a menudo junto con el islam y el catolicismo. La mayoría de musulmanes pertenecen a una de varias hermandades – un grupo de ‘discípulos’ que siguen un ‘morabito’ en particular.’ Por lo tanto, el islam es diverso y muy diferente en otras partes del África subsahariana.
Hay aproximadamente 38-40 idiomas que se hablan en Senegal. Los grupos étnicos más grandes son los wólof, que ascienden a aproximadamente 3’500,000, los pulaar (pob. 1’800,000) y los serer (pob. 1’200,000). Aunque el francés es el idioma oficial, el idioma wólof es predominante en el país, especialmente en Dakar; la cultura wólof es también generalizada.
Seis de los idiomas locales ya tienen traducciones de, por lo menos, el Nuevo Testamento pero la mitad no tiene Escrituras disponibles todavía. Hay proyectos en marcha en 12 grupos lingüísticos, cuatro de los cuales son guiados por traductores senegaleses. El Nuevo Testamento y textos claves del Antiguo Testamento se han publicado en dos idiomas: el pulaar y el kwatay.
El trabajo de alfabetización es un componente importante del desarrollo lingüístico en Senegal. La tasa total de alfabetización es menor al 50%. La meta y la motivación es que las personas deberían poder leer, entender y aplicar la Palabra de Dios a sus vidas, usando la lengua que hable a su corazón--su propio idioma.
Foto de Terri Scruggs

Do deserto do Sahel ao norte até as florestas exuberantes ao sul, a terra do Senegal apresenta um colorido espectro de grupos linguísticos, crenças e habitats. É uma terra de contrastes: um país fortemente muçulmano, embora haja liberdade religiosa. Dependem da agricultura e pesca, embora afirmem ter tido o primeiro cyber café da África Ocidental. Leva a pensar na França, mas é claramente um pais do oeste africano.
Originalmente uma colônia francesa, o Senegal ganhou a sua independência em 1960. Leopold Sedar Senghor, um poeta de renome internacional, político e estadista, foi eleito o primeiro presidente do Senegal. A capital, Dakar, encontra-se na parte mais ocidental da África. A área de Dakar compreende quase um quarto da população do país.
O povo senegalês é simpático, aberto aos ocidentais, e são conhecidos pela sua hospitalidade. O ditado "a paz é tudo" é um valor muito forte em toda a cultura senegalesa.
94% do total da população são muçulmanos. A presença cristã no Senegal é muito pequena (cerca de 5%, em sua maioria católica), mas muitas missões estão trabalhando lá. Grandes grupos étnicos, a maioria deles localizada na parte norte do país, são esmagadoramente muçulmanos. Outros grupos, especialmente no sul, têm resistido à islamização. Alguns têm considerável minoria Católica Romana e protestante. As religiões tradicionais ainda são praticadas, geralmente em conjunto com o islamismo e o catolicismo. A maioria dos muçulmanos pertence a uma das várias fraternidades - um grupo de “discípulos” que seguem um “marabout” específico. Por isso, o islamismo no Senegal é muito variado e muito diferente de outras partes da África subsaariana.
Há entre 38 e 40 línguas faladas no Senegal. Os maiores grupos étnicos são os Wolof, que somam cerca de 3.500.000 pessoas, os Pulaar (população de 1.800.000), e os Serer (população de 1.200.000). Embora o francês seja a língua oficial, a língua Wolof é predominante no país, especialmente em Dakar; a cultura Wolof também é generalizada.
Seis das línguas locais têm traduções pelo menos do Novo Testamento, mas metade não tem nenhuma porção das Escrituras disponível ainda. Existem projetos em andamento em 12 grupos linguísticos, dos quais quatro são liderados por tradutores senegaleses. O Novo Testamento e textos-chave do Antigo Testamento foram publicados em dois idiomas: Pulaar e Kwatay.
O trabalho de alfabetização é um componente importante do desenvolvimento linguístico no Senegal. A taxa de alfabetização total é inferior a 50%. O objetivo e motivação é que as pessoas possam ser capazes de ler, compreender e aplicar a Palavra de Deus para suas vidas, usando a língua que fala ao seu coração - a sua própria língua.
Foto de Terri Scruggs