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Guinea-Bissau is situated on the west coast of Africa, sandwiched between Senegal and Guinea. It includes the Bijago archipelago and a string of coastal islands. Thick forest and mangrove swamp cover the area of mainland nearest the sea. The inland consists of savanna.

For over 500 years, Guinea-Bissau was under Portuguese control. Since independence from Portugal in 1974, the country has experienced considerable upheaval. Between 1980 and 2003, a series of military coups and civil war destroyed much of the country's infrastructure and caused widespread damage to the economy.

One of the 10 poorest countries in the world, Guinea-Bissau depends mainly on farming and fishing. Cashew crops have increased remarkably in recent years, and the country now ranks sixth in cashew production. The disparity of income distribution is one of the most extreme in the world. Only about 12% of the country has electricity, the lowest rate in the region. Access to safe drinking water is also severely limited throughout the country. The current government is trying to re-establish order and infrastructure, and is looking to the National Church as a key factor in rebuilding the country.

Portuguese is the official language but is spoken fluently by only about 10% of the population. Portuguese Kriol is the national language, spoken by about 60% of the population, and is by far the favored language of communication. There are 19 reported local languages in Guinea-Bissau. Several of these languages cross borders with Senegal and Guinea, providing a greater challenge for meeting translation needs. Being the only Portuguese-speaking country in a Francophone area offers an additional linguistic challenge, especially in finding trained workers who speak both Portuguese and French.

Traditional beliefs and practices permeate all of the ethnic groups in Guinea-Bissau and strongly influence the major religions which have been introduced, giving them a syncretistic character. Islam is marked by tolerance not only toward Christianity, but also toward surviving elements of traditional beliefs.

Missionary activity was started in the 1950s and, from 1975 to 1990, was limited to WEC (Worldwide Evangelism for Christ). Since 1990 WEC has been turning over leadership of mission property and activity to the National Church. Expatriate missionaries, mostly from Brazil, continue their work in assisting and equipping the National Church and in education.

The National Church has a strong vision for reaching its own people in the local languages. However, it lacks the technical knowledge and financial resources, and has requested help from a number of Bible translation organizations in order to accomplish this task. Currently the Bible is available in two languages (Portuguese and Kriol), the New Testament in three local languages. Six other translation projects are in progress.

Initiated by the National Church, local believers and church leaders are currently being trained in translation principles, so that the Church can continue the task of Bible translation in the remaining languages. Survey work is needed to determine how many languages still need translation.

Guinea-Bissau se sitúa en la costa occidental de África, entre Senegal y Guinea. Incluye el archipiélago de las Bijagós y una cadena de islas costeras. Densos bosques y manglares cubren el área de tierra firme más cercana al mar. El interior del país consta de sabanas.

Durante más de 500 años, Guinea-Bissau estuvo bajo el dominio portugués. Desde su independencia de Portugal en 1974, el país ha experimentado levantamientos. Entre 1980 y el 2003, una serie de golpes militares y la guerra civil destruyó mucho de la infraestructura del país y causó daños generalizados a la economía.

Guinea-Bissau, uno de los 10 países más pobres del mundo, depende principalmente de la agricultura y la pesca. En años recientes, las cosechas de anacardo se han incrementado notablemente, y ahora el país ocupa el sexto lugar en la producción de anacardo. La desigualdad en la distribución de los ingresos es una de las más extremas en el mundo. Sólo aproximadamente el 12% del país tiene electricidad, la tasa más baja en la región. El acceso a agua potable segura también se ve severamente limitado en todo el país. El gobierno actual está tratando de restablecer el orden y la infraestructura, y está mirando a la iglesia nacional como un factor clave en la reconstrucción del país.

El portugués es el idioma oficial pero sólo aproximadamente el 10% de la población lo habla de manera fluida. El criollo portugués, hablado por aproximadamente 60% de la población, es el idioma nacional, y es de lejos el idioma preferido de comunicación. Hay 19 idiomas locales que se reportan en Guinea-Bissau. Varios de estos idiomas cruzan las fronteras de Senegal y Guinea, lo que plantea un mayor desafío para satisfacer las necesidades de traducción. Ser el único país en el que se habla portugués en un área francófona plantea un desafío lingüístico adicional, especialmente para encontrar obreros capacitados que hablen portugués y francés.

Las creencias y prácticas tradicionales permean todos los grupos étnicos en Guinea-Bissau e influyen mucho en las religiones principales que se han introducido, lo que les da una carácter sincrético. El islam está marcado por la tolerancia no sólo hacia el cristianismo, sino también hacia los elementos sobrevivientes de creencias tradicionales.

Se empezó la actividad misionera en la década de 1950 y, de 1975 a 1990, se vio limitada al WEC (Worldwide Evangelism for Christ). Desde 1990, el WEC ha venido asumiendo el liderazgo de la propiedad y la actividad misioneras a la iglesia nacional. Los misioneros expatriados, mayormente de Brasil, continúan su trabajo de ayudar y equipar la iglesia nacional y en educación.

La iglesia nacional tiene una fuerte visión de alcanzar a su gente en los idiomas locales. Sin embargo, hace falta el conocimiento técnico y los recursos financieros, y ha pedido ayuda de varias organizaciones relacionadas con la traducción de la Biblia para cumplir esta tarea. Actualmente, la Biblia está disponible en dos idiomas (portugués y kriol), y el Nuevo Testamento en tres idiomas locales. Están en progreso otros seis proyectos de traducción.

Por iniciativa de la iglesia nacional, los creyentes locales actualmente están siendo capacitados en principios de traducción, para que la iglesia pueda continuar la tarea de traducción de la Biblia en los idiomas restantes. El trabajo de investigación es necesario para determinar cuántos idiomas todavía necesitan traducción.

A Guiné-Bissau está situada na costa oeste da África, entre o Senegal e a Guiné. Inclui o arquipélago de Bijagos e uma cadeia de ilhas costeiras. Densas florestas e manguezais cobrem a área de terra mais próxima do mar. O interior é composto por savanas.

Por mais de 500 anos, a Guiné-Bissau esteve sob domínio português. Desde a sua independência de Portugal em 1974, o país passou por transformações. Entre 1980 e 2003, uma série de golpes militares e a guerra civil destruíram grande parte da infra-estrutura do país, e causaram danos generalizados à economia.

A Guiné-Bissau, um dos 10 países mais pobres do mundo, depende principalmente da agricultura e da pesca. Nos últimos anos as culturas de caju aumentaram notavelmente, e o país agora está em sexto lugar na produção de caju. A desigualdade na distribuição de renda é uma das mais extremas no mundo. Apenas aproximadamente 12% do país têm energia elétrica, a taxa mais baixa na região. O acesso à água potável também é severamente limitado em todo o país. O atual governo está tentando restabelecer a ordem e a infra-estrutura, e está vendo a igreja nacional como um fator-chave na reconstrução do país.

O português é a língua oficial, mas apenas cerca de 10% da população o falam fluentemente. O português crioulo, falado por cerca de 60% da população, é a língua nacional, e é de longe a língua de comunicação preferida. Há 19 línguas locais relatadas na Guiné-Bissau. Várias dessas línguas se estendem através das fronteiras do Senegal e da Guiné, o que representa um desafio maior para atender as necessidades de tradução. O fato de ser o único país onde o português é o idioma oficial numa área francófona é mais um desafio linguístico, especialmente para encontrar trabalhadores qualificados que falem português e francês.

As crenças e práticas tradicionais permeiam todos os grupos étnicos da Guiné-Bissau, e têm uma grande influência sobre as principais religiões introduzidas, o que lhes dá um caráter sincrético. O islamismo é marcado pela tolerância, não apenas com relação ao cristianismo, mas também dos elementos sobreviventes das crenças tradicionais.

A atividade missionária começou na década de 1950 e, de 1975 a 1990, limitou-se à atividade da WEC (Worldwide Evangelism for Christ - Evangelismo Mundial para Cristo). Desde 1990, a WEC tem passado a liderança da propriedade e da atividade missionária à igreja nacional. Missionários estrangeiros, principalmente do Brasil, continuam seu trabalho para ajudar e equipar a igreja nacional, e também atuando na área de educação.

A igreja nacional tem uma forte visão de alcançar as pessoas em suas línguas locais. No entanto, ela necessita de conhecimento técnico e recursos financeiros, e tem procurado a ajuda de várias organizações relacionadas com a tradução da Bíblia para realizar essa tarefa. Atualmente, a Bíblia completa está disponível em duas línguas (português e kriol), e o Novo Testamento em três línguas locais. Outros seis projetos de tradução estão em andamento.

Por iniciativa da igreja nacional, os crentes locais já estão sendo treinados em princípios de tradução para que a igreja continue o trabalho de tradução da Bíblia em outras línguas. O trabalho de pesquisa é necessário para determinar quantas línguas ainda precisam de tradução.

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