
Burundi, officially the Republic of Burundi, is a small country in the Great Lakes region of Africa. The former name was Urundi, the shortened form of Urundi Rwanda ("The other Rwanda"), as the Belgian colonial powers formerly referred to the territory. The country's modern name is derived from the main language spoken there, Kirundi—part of the Bantu family of languages.
From the capital, Bujumbura, on Lake Tanganyika, a great escarpment rises to fertile highlands. Agriculture employs 90 percent of the people, with most being subsistence farmers.
Since independence in 1962, Burundi has been plagued by ethnic conflict between the majority Hutus and the Tutsis, who tend to dominate the government and army—but are only 14 percent of the population. Burundi's first democratically elected president was assassinated in October 1993 after only 100 days in office, triggering widespread ethnic violence between Hutu and Tutsi factions. Over 200,000 Burundians perished during the conflict that spanned almost a dozen years. Hundreds of thousands of Burundians were internally displaced or became refugees in neighboring countries.
Burundi’s ethnic makeup is not as diverse as in other African countries. The majority Hutu (Bantu) make up approximately 85% of the population. The Tutsi (Hamitic) account for about 14%. The remainder of the over-8,000,000 population are Twa (Pygmy) at 1%, along with several thousand Europeans and South Asians. In the main indigenous language of the country, Kirundi, dialects of the Hutu and Tutsi are similar. Twa is distinct but all are inherently intelligible, and also intelligible with Kinyarwanda (Rwanda).
At least 67% of the population are considered to be Christian, with the vast majority of those being Roman Catholic. Over 20% of the people hold to indigenous belief systems, while around 10% are Muslims. The literacy rate in Kirundi is approximately 55%. A full Bible in Kirundi was published in 1967.

Burundi, oficialmente la República de Burundi, es un país pequeño en la región de los Grandes lagos de África. El nombre anterior fue Urundi, la forma acortada de Ruanda Urundi ("La otra Ruanda"), como anteriormente se referían al territorio las potencias coloniales belgas. El nombre moderno del país se deriva del idioma principal que se habla allí, kirundi—parte de la familia bantú de idiomas.
De la capital, Bujumbura, en el lago Tanganica, una gran escarpa asciende al fértil altiplano. La agricultura emplea 90 por ciento de las personas, al ser la mayoría agricultores de subsistencia.
Desde su independencia en 1962, Burundi se ha visto plagado por conflictos étnicos entre la mayoría hutu y tutsi, que tienden a dominar el gobierno y el ejército—pero son sólo el 14 por ciento de la población. El primer presidente democráticamente elegido de Burundi fue asesinado en octubre de 1993 después de sólo 100 días en el cargo, lo que desencadenó una violencia étnica generalizada entre las facciones hutu y tutsi. Más de 200,000 burundianos perecieron durante el conflicto que duró casi una docena de años. Cientos de miles de burundianos fueron desplazados a nivel interno o se volvieron refugiados en los países vecinos.
La composición étnica de Burundi no es tan diversa como en los otros países africanos. La mayoría hutu (bantú) constituye aproximadamente el 85% de la población. Los tutsi (hamíticos) representan aproximadamente el 14%. El resto (1%) de la población de más de 8’000,000 son twa (pigmeos), junto con varios miles de europeos y asiáticos del sur. En el principal idioma del país, el kirundi, los dialectos de los hutu y los tutsi son similares. El twa es distinto pero todos son inherentemente inteligibles, y también inteligibles con el kinyaruanda (Ruanda).
Por lo menos 67% de la población se considera que es cristiana, cuya vasta mayoría son católicos romanos. Más del 20% de las personas se aferra a sistemas de creencias indígenas, aunque alrededor del 10% son musulmanes. La tasa de alfabetización en el idioma kirundi es aproximadamente 55%. En 1967, se publicó una Biblia completa en kirundi.

O Burundi, oficialmente a República do Burundi, é um pequeno país na região dos Grandes Lagos da África. Seu nome anterior era Urundi, forma abreviada de Urundi Rwanda ("outra Ruanda"), forma como os poderes coloniais belgas se referiam ao território anteriormente. O nome moderno do país é derivado da principal língua falada lá, kirundi - parte da família linguística banto.
Da capital, Bujumbura, no lago Tanganica, há grande inclinações que levam a planaltos férteis. A agricultura emprega 90 por cento das pessoas, a maioria sendo agricultores de subsistência.
Desde a independência em 1962, o Burundi tem sido assolado por conflitos étnicos entre a maioria hutu e os tutsis, que tendem a dominar o governo e o exército, mas são apenas 14 por cento da população. O primeiro presidente democraticamente eleito do Burundi foi assassinado em outubro de 1993, depois de apenas 100 dias no cargo, desencadeando violência étnica generalizada entre facções hutus e tutsis. Mais de 200.000 burundianos morreram durante o conflito, que durou quase doze anos. Centenas de milhares de cidadãos do Burundi foram deslocadas ou tornaram-se refugiados nos países vizinhos.
A composição étnica do Burundi não é tão diversa como em outros países africanos. A maioria hutu (bantos) constitui aproximadamente 85% da população. Os tutsis (hamíticos) constituem aproximadamente 14%. O restante (1%) da população de mais de oito milhões são twas (pigmeus), juntamente com vários milhares de europeus e sul-asiáticos. Na principal língua nacional, o kirundi, os dialetos hutu e tutsi são semelhantes. O twa é diferente, mas todos estão interligados e são inteligíveis, assim como o kinyarwanda (da Ruanda).
Pelo menos 67% da população são considerados cristãos, a grande maioria sendo católicos romanos. Mais de 20% das pessoas permanecem adeptas de sistemas de crença nativos, embora cerca de 10% sejam muçulmanos. A taxa de alfabetização na língua kirundi é de aproximadamente 55%. Em 1967, foi publicada uma Bíblia completa em kirundi.