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Angolan womanAngola lies on the Atlantic coast of southwestern Africa. Its small (but oil-rich) northern province, Cabinda, is separated from the rest of the country by a small part of the Democratic Republic of the Congo and the Congo River. Angola's narrow coastal plain, where most of the people live, rises to a high interior plateau with rain forests in the north and dry savanna in the south.

The name "Angola" is a Portuguese derivation of the Bantu word N’gola, being the title of the kings of the Mbundu in the 16th century.

A Portuguese colony since the 15th century, Angola was the source for millions of slaves sent to Brazil (also a Portuguese colony) and other places across the Atlantic. It won independence in 1975 after 14 years of guerrilla war. Civil war then broke out between major ethnic groups.

The 27-year-long civil war ended in 2002 (with the death of rebel leader Jonas Savimbi) with hopes of a lasting peace. The war ravaged the country's political and social institutions and littered the country with land mines. Angola is one of the world's poorest countries, with life expectancy (40 years) among the lowest in Africa.

Portuguese is both the official and predominant language, spoken in the homes of about two-thirds of the population. This is in marked contrast to Mozambique, where Portuguese is the official, yet minority, language.

The number of languages listed for Angola is 42. Of those, 41 are living languages and 1 is extinct. Most of the languages of over 100,000 population have a Bible, Bible portions, or a New Testament. Some of the large groups (e.g., Mbwela: 225,000; Nyaneka: 300,000) have no Scripture translated as yet, according to the Ethnologue. Most of the groups with population under 100,000 still have need of translation and language development work.

Roman Catholicism remains the dominant religion, although there has been recent growth in the number and size of evangelical protestant churches. Indigenous religions retain a lot of influence in Angola.

Islam was only recently introduced to Angola. Throughout the colonial era, and until the 1990s there were very few Muslims. But today, the economic migration of peoples from Sub-Saharan African countries has created a significant Muslim community in Angola. These new Muslim communities are attracting young Angolans as converts, including young women who are also adopting the Islamic dress codes.

Photo courtesy of YWAM Africom

Angolan womanAngola se encuentra en la costa Atlántica del suroeste de África. Cabinda, su provincia del norte pequeña (aunque rica en petróleo) se encuentra separada del resto del país por una pequeña parte de la República Democrática del Congo y por el río Congo. La estrecha llanura costera de Angola, en que la mayoría de las personas viven, se eleva a una alta meseta interior con bosques tropicales en el norte y la sabana árida en el sur.

El nombre “Angola” es una derivación portuguesa de la palabra bantú N'gola, que es el título de los reyes del Mbundu en el siglo 16.

Angola, colonia portuguesa desde el siglo 15, fue la fuente de millones de esclavos enviados a Brasil (también una colonia portuguesa) y a otros lugares a través del Atlántico. Ésta logró su independencia en 1975 tras 14 años de guerra de guerrillas. Para ese entonces, la guerra civil estalló entre los principales grupos étnicos.

La guerra civil que duró 27 años terminó en el 2002 (con la muerte del líder rebelde Jonas Savimbi) con la esperanza de una paz duradera. La guerra devastó las instituciones políticas y sociales del país y dejo al país plagado de minas terrestres. Angola es uno de los países más pobres del mundo, con una esperanza de vida (40 años) que se sitúa entre las más bajas de África.

El portugués es el idioma oficial y predominante que se habla en las casas de aproximadamente dos tercios de la población. Esto está en un marcado contraste con Mozambique, donde el portugués es el idioma oficial, aunque es el idioma de la minoría.

El número de idiomas que aparecen en la lista de Angola es de 42. De éstos, 41 son idiomas vivos y 1 está extinto. La mayoría de los idiomas de una población de más de 100, 000 habitantes tiene una Biblia, porciones de la Biblia o un Nuevo Testamento. Según el Ethnologue, algunos de los grandes grupos (p. ej., mbwela: 225, 000; nyaneka: 300,000) no tienen nada de las Escrituras traducidas hasta ahora. La mayoría de los grupos con una población por debajo de 100, 000 habitantes tienen necesidad de trabajos de traducción y desarrollo lingüístico.

El catolicismo romano sigue siendo la religión predominante, aunque se ha producido un reciente crecimiento en el número y el tamaño de las iglesias evangélicas protestantes. Las religiones indígenas conservan una gran influencia en Angola.

El islam, hace poco, fue introducido en Angola. A lo largo de la época colonial, y hasta la década de los 90 había muy pocos musulmanes. Pero hoy en día, la migración económica de los pueblos de los países subsaharianos de África ha creado una comunidad musulmana significativa en Angola. Estas nuevas comunidades musulmanas están atrayendo a que los jóvenes angoleños se conviertan, entre los que también están mujeres jóvenes que están adoptando los códigos de vestimenta islámicos.

Fotografía cortesía de YWAM Africom

Angolan womanAngola está localizada na costa atlântica do sudoeste da África. Cabinda, sua pequena província ao norte (apesar de rica em petróleo) é separada do resto do país por uma pequena parte da República Democrática do Congo e pelo Rio Congo. A estreita planície costeira de Angola, onde a maioria das pessoas vive, eleva-se num alto planalto no interior, com florestas tropicais no norte e savana árida no sul.

O nome "Angola" é uma derivação portuguesa da palavra banto N'Gola, que era o título dos reis de Mbundu no século XVI.

Angola foi uma colônia portuguesa desde o século XV, e foi a fonte de milhões de escravos enviados ao Brasil (também uma colônia portuguesa) e a outros lugares em todo o Atlântico. Ela ganhou sua independência em 1975, após 14 anos de guerrilha. Então a guerra civil eclodiu entre os principais grupos étnicos.

A guerra civil de 27 anos terminou em 2002 (com a morte do líder rebelde Jonas Savimbi), com a esperança de uma paz duradoura. A guerra devastou as instituições políticas e sociais do país, e deixou o país repleto de minas terrestres. Angola é um dos países mais pobres do mundo, com uma expectativa de vida (40 anos) entre as mais baixas da África.

O português é a língua oficial e predominante falada nos lares de cerca de dois terços da população. Isto é um contraste marcante com Moçambique, onde o português é a língua oficial, mas ainda assim é a língua minoritária.

O número de línguas listadas para Angola é de 42. Destas, 41 são línguas vivas e 1 está extinta. A maioria das línguas com uma população de mais de 100 mil falantes tem uma Bíblia, trechos da Bíblia ou o Novo Testamento. De acordo com o Ethnologue, alguns dos grandes grupos (por exemplo, Mbwela: 225 mil; Nyaneka: 300 mil) não têm nada das Escrituras traduzidas até o momento. A maioria dos grupos com uma população abaixo de 100 mil pessoas ainda precisam do trabalho de tradução e desenvolvimento linguístico.

O catolicismo romano continua a ser a religião predominante, embora tenha havido um crescimento recente no número e tamanho das igrejas protestantes evangélicas. As religiões nativas mantém grande influência em Angola.

Só recentemente o islamismo foi introduzido em Angola. Durante todo o período colonial até a década de 1990 havia poucos muçulmanos. Mas hoje, a migração econômica dos povos de países da África subsaariana criou uma significativa comunidade muçulmana em Angola. Estas novas comunidades muçulmanas estão atraindo os jovens angolanos para se converterem, entre os quais também estão jovens mulheres que estão adotando os códigos de vestimenta islâmicos.

Foto de cortesia da JOCUM Africom

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